domingo, 16 de setembro de 2012

Alunos da Escola de Música da UFPA participam de aulas de interpretação e técnicas vocais

REPASSANDO: A PARTIR DE  http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/1364-estudio-opera-forma-cantores-atores 
Estúdio Ópera forma cantores atores
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Nos espetáculos, estudantes revelam que dominam
tanto a parte cênica quanto a parte vocal da Ópera

por Ericka Pinto / Agosto 2012
foto Marivaldo Pascoal


No palco, o canto e a interpretação de uma obra emocionam. Cada gesto, andar ou olhar formam os elementos cênicos necessários para a apresentação de uma ópera. Por isso, saber encenar é tão importante quanto saber cantar e esse conjunto é fundamental para a formação de qualquer músico. Segundo o professor Milton Monte, da Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), no Brasil e, principalmente, nos países da Europa, atualmente, as casas de ópera priorizam o trabalho cênico do cantor ator. "O cantor, muitas vezes, canta maravilhosamente bem, mas precisa ter mais esse domínio cênico", afirma.
Pensando nisso, foi elaborado o Projeto "Estúdio Ópera Pará-Amazônia", que recebe o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex/UFPA). A proposta é ampliar a formação e a experiência em ópera tanto dos alunos da EMUFPA como de todas as entidades que trabalham música e canto no Estado. "Nós temos, aqui, nosso Festival de Ópera desde 2002, mas nós precisamos também fazer esse trabalho acadêmico, educativo, para que esses alunos sejam realmente inseridos no mercado de trabalho", disse Milton Monte.
O professor cita a experiência de cantar óperas, que teve ao trabalhar durante cinco anos como cantor do Coro Paulistano, no Teatro Municipal de São Paulo. Também destaca nomes como das sopranos Adriane Queiroz e Carmen Monarcha, bem como do tenor Atalla Ayan, os quais, hoje, são reconhecidos no Brasil e no mundo. "A partir desse projeto, queremos fazer com que os alunos tenham essa possibilidade de trabalhar mais a parte cênica, porque o trabalho em sala de aula é voltado especificamente para a parte vocal e musical. É óbvio que se trabalha o teatro, mas é pouco em relação ao foco, que é a interpretação", ressalta.
Para ampliar esse conhecimento, o Projeto inclui atividades como oficinas de interpretação para cantores. Uma delas foi ministrada pelo professor Paulo Santana, da Escola de Teatro e Dança da UFPA, e o resultado foi apresentado no Teatro Cláudio Barradas, com trechos da Ópera Orfeu, do compositor italiano Cláudio Monteverdi. "Nas oficinas, eles recebem orientações de como andar no palco, como olhar e, a partir daí, foram trabalhando vários elementos interpretativos. É importante observar o nosso ambiente, as pessoas e pegar esse leque de possibilidades expressivas faciais e corporais para trazer para ópera", diz Milton Monte.
Outra grande apresentação dos alunos que participam das oficinas aconteceu durante o 38º Encontro de Artes do Pará (Enarte), realizado ano passado, no Theatro da Paz. Entre os convidados, a Camerata da Escola de Música da UFPA, com instrumentistas, professores e alunos; o Madrigal da Universidade do Estado do Pará (Uepa) e os alunos das oficinas. "A participação deles nesse encontro foi mais uma ação do Projeto. Os alunos têm demonstrado excelente desempenho e interesse em aprender. Eu acho que nós estamos, com certeza, atingindo os nossos objetivos", afirmou o professor.
A formação musical dos alunos do Projeto também ganhou reforço internacional, com o regente francês Philippe Forget, que esteve em Belém a convite do professor Milton Monte. Além de instrumentista, Forget é cantor, regente de coro e de orquestra, poeta e compositor. Entre as suas obras, está a Ópera Awatsihu, baseada numa lenda do Xingu, com 45 minutos de duração, com libreto do mesmo Forget. Em março deste ano, ele estreou uma versão em francês do Macbeth, de Shakespeare.

Projeto busca aproximação com crianças e adolescentes

Para o professor Milton Monte, a ópera é uma maneira de chegar mais próximo às crianças e aos adolescentes. Com esse propósito, o Projeto de extensão também levará até esse público ações de incentivo por meio de concertos didáticos. Além da formação de plateia, a iniciativa pretende contribuir para a descoberta de novos talentos da música. "O povo paraense responde à vontade de ópera. A gente tem esse espaço maravilhoso, que é o Theatro da Paz, e não é à toa. A gente tem que responder a isso da melhor forma possível, criando espectadores, educando as crianças para que elas entendam que é uma coisa que elas podem fazer. O Projeto Estúdio Ópera pretende mostrar que todos são capazes, sendo necessário apenas o treinamento", diz.
A busca por novos talentos vai ainda mais longe e deve chegar ao interior do Estado. A ideia é estender o Projeto "Estúdio Ópera Pará-Amazônia" para outros municípios, com uma estrutura menor em função do deslocamento. Segundo Milton Monte, as montagens cênicas serão feitas em locais pequenos para que não haja necessidade de tantos instrumentistas e cantores no palco. "É muito importante abrir oportunidade para as pessoas. Deve ter muita gente talentosíssima no interior. Já temos instrumentistas e, agora, vamos procurar cantores", enfatizou.
A experiência do professor em apresentações feitas em outras cidades do Estado, como Santarém e Tucuruí, confirma o interesse do público pela ópera. No repertório, Gianni Schicchi, de Puccini. "A gente acha que as pessoas do interior não se interessam como nós. Pelo contrário, eles até querem mais do que a gente, porque a gente tem acesso e sempre há concertos aqui, na capital", relata. Em junho deste ano, em Belém, houve apresentação de uma ópera, a qual envolveu mais de 60 pessoas, entre alunos cantores, orquestra e técnicos.

Gênero nasceu na Itália, mas já ganhou o mundo inteiro

No início do século XVII, surge a ópera, um gênero de música teatral que, partindo da Itália, ganha os palcos do mundo, passando a ser apreciado, principalmente, pela burguesia e pela aristocracia.
Apresentada em italiano, sua origem remonta às tragédias gregas e aos cantos carnavalescos italianos do século XIV. A ópera consiste em uma ação cênica, acompanhada do canto e de instrumentos musicais. As apresentações são geralmente feitas em teatros de óperas, acompanhadas por uma orquestra ou grupo musical menor. O gênero faz parte da tradição da música clássica europeia e ocidental e possui, basicamente, uma programação padrão. A abertura é feita pela orquestra de música e segue com o recital em forma de diálogo entre os atores. Os personagens secundários participam do coro, enquanto os principais interpretam as árias (composições para voz solista).
Entre as óperas mais famosas, destacam-se: Carmen de Bizet; Aída de Verdi; Guilherme Tell de Rossini; Flauta Mágica de Mozart; La Gioconda, de Amilcare Ponchielli; o Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini; Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni.

sábado, 8 de setembro de 2012

Lia Sophia - Amor, Amor (Nossa música, nossa musa, em foco)

Lia Sophia - Ao Pôr-Do-Sol e Tchau Tchau Amor (Acústico Conexão Cultura)

Marco Andre - Caringlobalizado (Música para quem aprecia leituras na música bem harmonizada em todos os sentidos)

Marco André - Amazônia Groove - Essa é a música do Pará

Entrevista com Madame Saatan - o Bom do Brasil silenciado pela indústria da mídia

Madame Saatan - Devorados (Música Paraense sem discussão)

REPASSANDO: Fundação Carlos Gomes lança o XXV Festival Internacional de Música do Pará 2012.


Fundação Carlos Gomes lança o XXV Festival Internacional de Música do Pará 2012.


A Fundação Carlos Gomes (FCG) lança o XXV Festival Internacional de Música do Pará nesta segunda-feira (28), às 19h, na sala Ettore Bósio, do Conservatório Carlos Gomes (CCG). Na ocasião será lançado o selo e o carimbo comemorativo dos Correios, que irá circular nas correspondências de todo o país durante o mês de junho. O Festival Internacional de Música do Pará é um dos maiores do país e acontece oficialmente de 8 a 15 de junho. Serão 68 concertos, recitais e shows apresentando nomes importantíssimos do cenário nacional e internacional, de diversos gêneros musicais, realizados em 15 espaços, entre teatros, salas, museus, igrejas e praças.

A edição deste ano terá uma programação especial, incluindo um mini-festival de bandas, que inicia no dia 3 de junho. Durante cinco dias, as bandas Rodrigues dos Santos, de São Caetano de Odivelas; Maestro Vale, de Vigia; Associação Musical Antônio Malato, de Ponta de Pedras; Banda Municipal Diego Cotes, de Uruará; e a Banda Municipal de Limoeiro do Ajuru, se apresentam em Belém, uma oportunidade para o público ver de perto a boa safra de músicos do interior do estado.
“Queremos que todo o estado esteja representado no festival. Sempre levamos as atrações para os outros municípios, mas dessa vez estamos trazendo os músicos do interior pra cá. Isso é muito bom para mostrar o trabalho de interiorização da fundação e os resultados alcançados pelos nossos educadores nessas localidades”, falou Joel Costa, diretor artístico do Festival Internacional de Música do Pará.
As novidades não param por aí. A Fundação Carlos Gomes promove um grande desafio para este festival, montar a Banda Sinfônica do Estado do Pará, com representantes de vários municípios. Foram selecionados quatro músicos de cada região, totalizando 60 profissionais que representam 20 municípios do estado. Eles terão seis dias para ensaiar um repertório específico sob a batuta dos regentes Marcelo Jardim, do Rio de Janeiro; e Mônica Giardini, de São Paulo, que foram convidados especialmente para realizar este trabalho. O resultado poderá ser visto no dia 10 de junho. Mas a intenção da Fundação Carlos Gomes é ter uma banda com pelo menos um representante dos 143 municípios do Pará, projeto que deverá ser concluído em 2014.
“O desafio é grande, mas é possível. Esse projeto é um incentivo para os músicos e também para as prefeituras e sindicatos que apoiam a música através da Fundação Carlos Gomes. Isso vai marcar o festival e o estado ganha uma Banda Sinfônica”, ressaltou Paulo José Campos de Melo, superintendente da FCG.
O superinendente da FCG disse ainda que as apresentações são a parte visível do festival para o grande público, mas a programação de maior relevância, são as palestras, workshops e masterclass voltadas para estudantes e profissionais de música. São 38 eventos, que acontecem entre 8 e 13 de junho no CCG e no Instituto de Artes do Pará (IAP), reafirmando a missão da instituição e desenvolvendo atividades na área de ensino, pesquisa e extensão. “A nossa preocupação é formar músicos e nesse festival queremos reafirmar isso”, disse o titular da FCG. Veja a programação completa no www.fcg.pa.gov.br

Texto:
Dani Filgueiras - Secom
Fone: 81185849 / 81185849
Email:  danifilgueiras@agenciapara.com.br

Secretaria de Estado de Comunicação
Rodovia Augusto Montenegro, km 09 - Coqueiro - Belém - PA CEP.: 66823-010
Fone:             (91) 3202-0901     
Site: www.agenciapara.com.br Email:  gabinete@secom.pa.gov.b

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

STRESS - BRASIL HEAVY METAL



Esta matéria foi publicada em 07/03/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
A primeira banda de Heavy Metal do Brasil, o STRESS, postou recentemente no Youtube um vídeo-clipe muito especial para a sua versão da música tema do documentário "Brasil Heavy Metal". Trata-se da mesma canção que os headbangers já conhecem bem, pois o clipe do filme de Micka Michaelis (ex- SANTUÁRIO) circula na internet há algum tempo; só que interpretada exclusivamente pelos pioneiros de Belém do Pará.
Segundo a descrição do vídeo, a música, que conta a história e a saga dos pioneiros do Metal Brazuca, foi gravada em fevereiro de 2009, no Vinttage Studio, em Belém do Pará. Já o vídeo que vocês acabaram de assistir foi registrado pela Lacus Produções em setembro de 2009.
O STRESS é:
Roosevelt Bala - Vocal e baixo
André Chamon (ex- X-RATED)- Bateria
Paulo Gui - Guitarra.
Agora o STRESS se prepara para sua participação no maior festival de Metal do Brasil, o M.O.A., além de já ter músicas prontas para um novo álbum, que é pretendido o lançamento este ano; em comemoração ao aniversário de três décadas do primeiro LP.


Fonte: Stress: clipe para nova versão de Brasil Heavy Metal - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_841/149791-stress.html#ixzz25e4Mg3Pp
No que concerne ao vídeo, o grupo preparou uma produção totalmente nova, com muitas cenas inéditas e raras do STRESS; que abrangem desde o começo da banda nos anos 70, passando pelos anos 80, até a fase atual. Confira no link abaixo:


Fonte: Stress: clipe para nova versão de Brasil Heavy Metal - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_841/149791-stress.html#ixzz25e44gc2U

REPASSANDO:

Oportunidade Brasil: Festival Se Rasgum recebe material de bandas

Bandas e artistas solo de todo o Brasil que queiram participar da seleção para tocar no Festival Se Rasgum 2012, previsto para novembro em Belém, já podem mandar material para:

Se Rasgum Produções
Trav. Rui Barbosa, nº 571/ sala 5
66053-260 Belém - PA
Se Rasgum Produções
Outras informações podem ser solicitadas pelos e-mails luiza@serasgum.com.br ou serasgum@gmail.com



REPASSANDO: MÚSICA, CULTURA E EDUCAÇÃO
Acessar em:
http://www.editorasulina.com.br/detalhes.php?id=550


Música, Cultura e Educação - Os múltiplos espaços de educação musical
Regina Marcia Simão Santos

ISBN: 978-85-205-0611-0
Categoria: Música, Educação, Cultura Musical
Edição: 2ª - 2012 - Ampliada e atualizada
Formato: 14 x 21 cm
Nº de Pag.: 294
Peso: 0,356 gramas
Preço: R$ 45,00

A partir da Lei 11.769/2008, a música se torna conteúdo obrigatório do componente Arte na escola básica no Brasil, demandando ações concretas de sistemas de ensino e estabelecimentos escolares. Isso oportuniza a conversação trazida neste livro sobre: trajetórias de pensamento e prática da música na escola básica no Brasil; música(s), cultura(s) e educação – os critérios da modernidade e as emergências do mundo contemporâneo; trânsitos entre a escola e os espaços culturais da cidade; o fazer docente e as memórias musicais; cognição como potência de problematização; explorar meios por trajetos dinâmicos – traçar cartografias –, ou um paradigma estético para o currículo. Ao panorama histórico das políticas públicas, teorizações e práticas curriculares se somam os casos da BIGBANDA na Senador Correa, do Programa de Rádio na APAE de Rio Pomba, da Oficina de Apreciação Musical num projeto de Educação de Adultos, das crianças cantando em grupo (um currículo rizomático na rede cultural do coro). Os casos trazidos aqui são um convite a que outros professores, pesquisadores de suas práticas, escrevam suas histórias.

Autoras: Adriana Rodrigues Didier - Eliane Maria Vieira - Neila Ruiz Alfonzo - Regina Marcia Simão Santos
 


 
 


REATIVANDO O FESTIVAL CULTURAL MOCA MUSIC COM A NOTÍCIA DOS SONS DO CAETÉ

REPASSANDO O QUE ROLOU:
Acessar em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/08/projeto-no-para-ensina-criancas-tocar-e-montar-instrumentos-musicais.html



Projeto no Pará ensina crianças a tocar  e montar instrumentos musicais

A iniciativa, chamada Sons do Caeté, tem o apoio do Criança Esperança, um projeto da Rede Globo, em parceria com a Unesco.

Daniela Assayag

Bragança, PA





Crianças e adolescentes pobres do Pará estão sendo beneficiados por um projeto chamado Sons do Caeté. A iniciativa tem o apoio do Criança Esperança, um projeto da Rede Globo, em parceria com a Unesco.
No velho casarão, em uma das cidades mais antigas da Amazônia, se respira arte, com aulas de canto, flauta e violino. Em Bragança, interior do Pará, mais de 400 crianças e adolescentes vão além das partituras. As notas musicais embalam sonhos.
“Foi uma oportunidade que apareceu, e eu decidi agarrar. Tenho isso desde pequeno, sempre gostei da música", conta Wellington da Silva, de 15 anos.
Neste liceu de artes, além de tocar, as crianças aprendem a montar seus próprios instrumentos de corda.
Soltos, não passam de objetos de madeira. Juntas, as peças formam a rebeca, um instrumento rústico, parecido com um violino. O som que sai está mudando a vida de jovens de Bragança, e tudo começou com a persistência de Aurimar Monteiro de Araújo, o mestre Ari das rabecas.
Marceneiro autodidata, seu Ari não tinha dinheiro para comprar um instrumento de cordas para o filho. Com ferramentas improvisadas, decidiu tentar construir um. Deu certo. Nem ele imaginava onde aquela ideia de fazer a rabeca iria chegar.
“Além de você passar conhecimento, é você ocupar aquela pessoa naquele momento que ele mais precisa, que é o momento da adolescência, que é quando ele quer se descobrir para alguma coisa. E já tem muitos que estão repassando para outros”, explica.
Entre ferramentas e pedaços de madeira, Jeferson Rocha, de 15 anos, já descobriu seu caminho.
“Eu prefiro tocar. Você se sente mais livre, tem prazer de tocar aquilo que você já construiu”, resume.
As crianças de Bragança formaram a orquestra de rabecas da Amazônia, e agora fazem apresentações públicas até em outras cidades.
“Tenho objetivo de levar a música adiante, ser, se Deus permitir, um grande tocador, e assim ir levando a vida", completa Jeferson
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Festival Rock Rio Guamá 2012 abre edital de seleção para bandas


Festival Rock Rio Guamá 2012 abre edital de seleção para bandas


Estão abertas as inscrições para o edital de seleção de bandas que queiram participar da edição 2012 do "Rock Rio Guamá", festival da Universidade Federal do Pará. Serão dois dias de showsrealizados no Campus Básico da UFPA, com apresentações de quatorze bandas, entre as quais, seis serão selecionadas pelo Edital. As inscrições se encerram no dia 16 de setembro.
Para concorrer a uma vaga no "Rock Rio Guamá 2012", as bandas precisam ter composições autorais e devem preencher o formulário de inscrição e o termo de autorização do uso da obra, cujos modelos estão presentes no próprio edital. Os documentos devem ser enviados ao endereço de e-mail do festival (rock.rioguama@gmail.com). Os inscritos também devem anexar, junto aos formulários preenchidos, três músicas de sua autoria e uma foto do grupo. Mais especificações podem ser encontradas nos perfis do "Rock Rio Guamá", disponibilizados nas redes sociais.
O "Rock Rio Guamá 2012" ocorrerá nos dias 8 e 9 de novembro, no estacionamento do Vadião, na UFPA, e é uma realização do Coletivo de Cultura Sala Livre, em parceria com a Diretoria de Apoio à Cultura (DAC) e a Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal do Pará.
Histórico - Surgido em 1987, o "Rock Rio Guamá" - antes chamado "Rock in Rio Guamá" , em uma clara alusão ao festival de renome internacional - foi iniciativa de discentes e artistas locais paraenses, que tinham em comum o objetivo de incentivar a produção artística da região. Chegando à sua sexta edição este ano, o festival volta a trazer uma proposta de programação diferenciada, que inclui, além dos shows, atividades como oficinas e mostra audiovisual.
Serviço:
Inscrições para o edital de seleção de bandas do "Rock Rio Guamá 2012"
Data: De 3 a 16 de setembro de 2012
Mais informações no TwitterFacebook  ou no blog do evento     
Texto: Karina Menezes - Assessoria Rock Rio Guamá 2012
Arte: Divulgação / Festival