terça-feira, 13 de novembro de 2012

Felipe Cordeiro

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Felipe Cordeiro






É um dos principais expoentes da nova geração da sempre efervescente cena musical do Pará. Cantor, compositor e instrumentista, a sonoridade do músico é permeada por ritmos amazônicos que vão da lambada ao carimbó, da guitarrada ao atualíssimo tecnomelody. Sons embalados com a ironia do brega e do pop retrô revisitados, numa confluência feliz e anárquica de referências a que o artista batiza de “pró- Kitsch”, ou Kitsch Pop Cult, mesmo nome de seu primeiro disco (como cantor/compositor). O álbum vai ser lançado ainda nesse ano com a produção musical de André Abujamra (Karnak, Os Mulheres Negras), trabalho que já rendeu ao paraense boa recepção de crítica e ótima repercussão na cena independente nacional.

Filho e parceiro musical do guitarrista e produtor Manoel Cordeiro, um dos pioneiros da lambada no Pará, e de quem diz ter herdado o gosto radical pela diversidade, Felipe participou, em 2010, dos festivais mais importantes do norte: Se Rasgum (PA), Quebramar (AP), Megafônica (PA) e Conexão Vivo (PA). Em 2011, o performático show Kitsch Pop Cult foi considerado pelo jornal O Estado de São Paulo como um dos melhores shows do evento catalisador da nova cena musical do país, o pernambucano Rec Beat. Em seguida, no evento Prata da Casa, do Sesc Pompéia, São Paulo, o público paulista pode conferir este que já é um dos sons mais interessantes da cena alternativa brasileira da atualidade. A boa safra de apresentações foi matéria da revista Rolling Stone, e responsável pela seleção da canção Legal e Ilegal, sucesso nas rádios do Pará e Pernambuco, para a coletânea de música brasileira da WOMEX 2010, a maior feira world music do mundo, realizada anualmente na Europa.




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